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Chicleteira eu...

Atualizado: 19 de fev.


Ah! Chicleteiro eu, Chicleteira ela, esses versos imortalizados na voz de Bell Marques, ainda na Banda Chiclete com Banana. Eu nunca pensei que alguém na vida ia me dizer que era chicleteira... Mas uma senhora nos abordou em pleno domingo de Carnaval, numa barraca na Praia do Forte, e afirmou que eu era chicleteira só porque eu dancei um pouquinho uma música carnavalesca que ouvimos bem longe. Nem lembro qual era a música. Só sei que eu estava feliz e fazendo palhaçadas para as meninas. Eu comecei a rir e, para piorar, minha amiga Kátia ainda confirmou que era chicleteira. A senhora então disse: adorei seu astral. Você tem boa energia. Katia novamente confirmou que eu tinha bom astral e que vivia sorrindo. A minha vibe naquele momento estava muito positiva, porque eu estava feliz junto das minhas amigas e perto do mar, que eu amo. Mas eu não sou chicleteira, nem tenho físico para andar colada na corda do Chiclete.

Quem é chicleteira é minha irmã Paula. Apesar de ser tão magrinha quanto eu, é mais ousada, porque ela já foi atrás com as colegas dela, principalmente com a Noelia. Diz ela que tem boas lembranças dessa época que andava atrás e na corda do Chiclete. Como se fala, gente, que baiana é essa? E eu nunca fiz isso. Na verdade, nem sei se sou uma típica carnavalesca como minha irmã Dill é...

Tem época em que eu não gosto de carnaval e tem época em que gosto. Este ano estou com uma vibe mais carnavalesca. Parece que o carnaval me chama. Eu pretendo ir na terça, ver a pipoca de Dani e a pipoca de Ivete.

 Até o motorista do Uber que me levou hoje estava falando isso, que terça-feira ia ser muito bom na Avenida, que ele não ia trabalhar e ia tomar cervejinha dele. E eu incentivando: isso aí, amigo. Vamos lá que a gente vai se encontrar na Avenida. 

Eu estou muito doida mesmo. Bem, que minha amiga Alice já tinha me avisado, dizendo que a cerveja sem álcool que bebi na Praia do Forte estava benzida... Eu estou feliz. 

Mas de uma coisa assim, eu sei: não sou chicleteira. Só quem é Paula e também Antônio, marido de Alice. Bem, vou terminar essa crônica, viu? Vou atrás de Bell, cantando:

Oh, chicleteiro, eu

Chicleteira, ela

Oh, chicleteiro, eu

Chicleteira, ela

Libera, libera, libera, libera.

ANA CELIA GUEDES

15 DE FEVEREIRO DE 2026


 
 
 

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