já deu...
- acg747top

- 12 de out. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 11 de fev.
Pegue suas coisas que estão aqui
Nesse apartamento você não entra mais
Olha o que me fez, você foi me trair
Agora arrependido quer voltar atrás
Já deu
Cansei das suas mentiras mal contadas
Cresci, não acredito mais em conto de fada
Não adianta vir com baixaria
Morreu
A mulher carinhosa e fiel que te amava
Pega o elevador, a sua mala e vaza
Tô avisando lá na portaria
Que aqui você não entra mais
Alô porteiro
Tô ligando pra te avisar
Que a partir de agora eu tô solteira
Já me cansei da brincadeira
Chame o táxi, que ele vai pagar
Alô porteiro
Tô ligando pra te avisar
Que esse homem que está ai
Ele não pode mais subir
Tá proibido de entrar
Já deu
Cansei das suas mentiras mal contadas
Cresci, não acredito mais em conto de fada
Não adianta vir com baixaria
Morreu
A mulher carinhosa e fiel que te amava
Pega o elevador, a sua mala e vaza
Tô avisando lá na portaria
Que aqui você não entra mais
Alô porteiro
Tô ligando pra te avisar
Que a partir de agora eu tô solteira
Já me cansei da brincadeira
Chame o táxi, que ele vai pagar
Alô porteiro
Tô ligando pra te avisar
Que esse homem que está ai
Ele não pode mais subir
Tá proibido de entrar
Composição: Adriano Bernardes / CARLOS PITTY / Di Sousa.
Em “Alô Porteiro”, Marília Mendonça retrata uma mulher que decide colocar um ponto final em um relacionamento marcado pela traição. O gesto de avisar o porteiro para não deixar o ex-companheiro entrar é mais do que uma ação prática: simboliza a retomada do controle sobre sua vida e a imposição de limites claros. O porteiro, nesse contexto, passa a ser uma espécie de guardião dos seus novos limites emocionais, mostrando que ela não permitirá mais recaídas ou invasões em sua privacidade.
O refrão, com versos como “Tô ligando pra te avisar / Que a partir de agora eu tô solteira”, deixa claro que a protagonista não só encerrou o relacionamento, mas também faz questão de afirmar publicamente sua nova fase de independência. A letra ganha ainda mais força na voz de Marília Mendonça, tornando-se um símbolo de empoderamento feminino. Quando a personagem diz “morreu a mulher carinhosa e fiel que te amava” e “Cresci, não acredito mais em conto de fada”, ela mostra uma transformação pessoal, rejeitando ilusões românticas e assumindo uma postura mais madura. Ao pedir que o ex “pegue o elevador, a sua mala e vaza”, a música reforça a ideia de superação e autonomia, consolidando a mensagem de que não há mais espaço para reconciliação.


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