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DEZEMBROS

Atualizado: 29 de jan.

Nunca mais a natureza da manhã


E a beleza no artifício da cidade


Num edifício sem janelas


Desenhei os olhos dela


Entre vestígios de bala


E a luz da televisão

Os meus olhos têm a fome do horizonte


Sua face é um espelho sem promessas


Por dezembros atravesso


Oceanos e desertos


Vendo a morte assim tão perto


Minha vida em suas mãos

O trem se vai


Na noite sem estrelas

E o dia vem


Nem eu nem trem, nem ela

Nunca mais a natureza nunca mais


E a beleza no artifício da cidade


Num edifício sem janelas


Desenhei os olhos dela


Entre vestígios de bala


E a luz da televisão

Os meus olhos têm a fome do horizonte


Sua face é um espelho sem promessas


Por dezembros atravesso


Oceanos e desertos


Vendo a morte assim tão perto


Minha vida em suas mãos

O trem se vai


Na noite sem estrelas

E o dia vem


Nem eu nem trem, nem ela

O trem se vai


Na noite sem estrelas

E o dia vem


Nem eu nem trem nem ela

Estrelas


Compositores: Fausto Nilo / Jose De Ribamar Coelho Santos / Raimundo Fagner Lopes




 
 
 

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