DEZEMBROS
- acg747top

- 21 de jan.
- 1 min de leitura
Atualizado: 29 de jan.
Nunca mais a natureza da manhã
E a beleza no artifício da cidade
Num edifício sem janelas
Desenhei os olhos dela
Entre vestígios de bala
E a luz da televisão
Os meus olhos têm a fome do horizonte
Sua face é um espelho sem promessas
Por dezembros atravesso
Oceanos e desertos
Vendo a morte assim tão perto
Minha vida em suas mãos
O trem se vai
Na noite sem estrelas
E o dia vem
Nem eu nem trem, nem ela
Nunca mais a natureza nunca mais
E a beleza no artifício da cidade
Num edifício sem janelas
Desenhei os olhos dela
Entre vestígios de bala
E a luz da televisão
Os meus olhos têm a fome do horizonte
Sua face é um espelho sem promessas
Por dezembros atravesso
Oceanos e desertos
Vendo a morte assim tão perto
Minha vida em suas mãos
O trem se vai
Na noite sem estrelas
E o dia vem
Nem eu nem trem, nem ela
O trem se vai
Na noite sem estrelas
E o dia vem
Nem eu nem trem nem ela
Estrelas
Compositores: Fausto Nilo / Jose De Ribamar Coelho Santos / Raimundo Fagner Lopes



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